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Uma noite de glamour que vai marcar a inauguração do THE MUSIC (antigo O Corujão), o novo espaço de entretenimento e inovação de Ponto Novo. Vai ter petiscos e bebidas em geral. Vai ser sucesso!!!

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Ponto Novo: desabafo de um funcionário público estadual

Caros pontonovenses e demais amigos.

Esse é um dos meus locais de trabalho: Colégio Estadual João Durval Carneiro - Ponto Novo-BA. Diante de tanto descaso, não dá para ficar quieto, calado, como se nada tivesse acontecendo. Aliás, nada está acontecendo mesmo! Os funcionários da limpeza e da cozinha estão há 3 meses sem receber salários e os respectivos vales-alimentação, então resolveram, de forma justa, paralisar suas atividades, até que a situação seja resolvida.
Infelizmente, o Governo da Bahia vem tornando precária a situação das escolas no Estado, principalmente depois que resolveu terceirizar parte dos serviços e acabar com os funcionários contratados sob o Regime Especial de Direito Administrativo - REDA, dos quais, eu sou o último nesta escola. O Colégio João Durval, hoje, está numa situação decadente, como mostram as fotos, principalmente porque os funcionários prejudicados resolveram parar, em protesto pelo atraso no pagamento dos seus salários, mas ele vem passando momentos complicados porque faltam outros funcionários também em outras áreas, como auxiliares administrativos e agente de portaria. É impossível para um auxiliar administrativo por turno dar conta da demanda dos serviços de uma escola de grande porte como a nossa. Aqui, esse funcionário tem que ter 1001 utilidades, abrir o portão (agente de portaria), atender alunos, professores, visitantes, dentre outras situações como elaboração de documentos, digitação de notas, históricos, transferências, etc.
Queríamos muito receber a visita do excelentíssimo senhor governador Rui Costa, para que ele pudesse, nem que fosse por uns minutos, sentir na pele o que passamos aqui. Ah! meu contrato, senhor governador, acaba dia 13 de junho próximo, e não haverá mais ninguém para atender as demandas da secretaria da escola no turno matutino, porque o senhor decidiu não realizar mais o processo seletivo para contratação de novos funcionários, mas preferiu terceirizar esse serviço, e nem isso tem resolvido nossos problemas, porque as empresas sequer estão contratando pessoas para esta Unidade de Ensino.

Para piorar, esses funcionários terceirizados, geralmente são indicados por um vereador e pelo prefeito da cidade. Detalhe: nem esse vereador, nem o prefeito estiveram aqui para atestar a situação, pressionar seus deputados ou até mesmo as empresas que não estão atuando de forma satisfatória. Eles têm boa vontade quando é para tirar algum funcionário de oposição e indicar um de sua preferência, mas na hora de atuar como representantes, preferem fechar os olhos e mostram-se verdadeiros incompetentes.
Eles podem não ser os principais culpados, mas têm sua parcela de culpa, bem como o Governo do Estado, que ao invés de economizar e contratar diretamente esses servidores, ou mesmo realizar um concurso público, prefere terceirizar os serviços, que acabam sucateados e prejudicando milhares de alunos em toda a Bahia. Até quando vamos viver esse inferno-astral que se alastra da educação para a saúde, passando pela infraestrutura e, por fim, pelos políticos que elegemos? Aonde estão todos agora? Vocês me envergonham!

Por Josimar Ferreira

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Comissão de Assuntos Territoriais envia para apreciação em plenário questão de limites entre Ponto Novo e Queimadas

A Comissão Especial de Assuntos Territoriais e de Emancipação da Assembleia Legislativa da Bahia decidiu nesta quarta-feira (4) enviar para apreciação no plenário da Casa a questão de limites entre os municípios de Ponto Novo e Queimadas.

Anteriormente, a Comissão já havia aprovado em votação que os povoados, que ficam a 70 quilômetros da sede de Queimadas, passam a pertencer para Ponto Novo, distante apenas 12 quilômetros da região.

“O assunto já foi discutido amplamente, inclusive com presença de vereadores e prefeitos dos municípios, e, apesar do parecer favorável do IBGE e da SEI, o prefeito de Queimadas não aceitou assinar o termo para que a votação fosse a plenário com o acordo fechado”, explica o deputado estadual Eduardo Salles, membro da Comissão. “Como isso não pode ficar parado, conversamos com o presidente da ALBA, Marcelo Nilo, e decidimos por enviar a questão ao plenário assim mesmo. O presidente se comprometeu a colocar o assunto em votação assim que possível”, conta o deputado.

ENTENDA O CASO
A questão envolve 130 famílias de dez povoados que hoje pertencem a Queimadas, utilizam serviços prestados por Ponto Novo. Depois de diversas discussões na Comissão de Assuntos Territoriais, ficou decidido que a SEI (Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia) e o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) visitariam os povoados para consultar os moradores sobre qual município gostariam de pertencer a Ponto Novo.

“A decisão por Ponto Novo foi unânime”, lembra Eduardo Salles. A área de mineração, no entanto, continuaria pertencendo a Queimadas.

O prefeito de Ponto Novo, Adelson Maia, que já era responsável pelo oferecimento de saúde, educação, assistência social e outros serviços, comemora a decisão. “Vamos seguir investindo para melhorar a vida da população desses povoados com mais segurança jurídica”, disse.

“Foi uma batalha longa que travei junto com o prefeito Adelson e os vereadores da sua base para que conseguíssemos chegar a essa vitória de hoje”, comemora Salles.

Estão envolvidos na discussão os povoados de Limpos, Alto Bonito, Lagoa das Camaradas, Calumbi, Pilões, Peixe, Raposa, Sanharol, Várzea Queimada e Marrecas.

ASCOM – Deputado Estadual Eduardo Salles
Recebido por e-mail

Católicos lotam Igreja Matriz na abertura dos festejos em homenagem à padroeira de Ponto Novo

Centenas de fiéis lotaram as dependências da Igreja Matriz de Ponto Novo na noite da última terça-feira (03), para participar da santa missa de abertura dos festejos de Nossa Senhora de Fátima, Padroeira da cidade.

A programação foi aberta com o hasteamento das bandeiras da Paróquia, Diocese de Senhor do Bonfim e do município de Ponto Novo. A missa de abertura foi celebrada pelo Padre Cícero Costa, da cidade de Andorinha.

Este ano, a Festa da Padroeira de Ponto Novo tem como tema: “Das lágrimas de Nossa Senhora de Fátima jorra sua misericórdia” As atividades religiosas prosseguem até o dia 13 de maio, feriado municipal.

Web Interativa 

Histórico e atualidades da Festa de Maio de Ponto Novo

Da Redação
Portal Ponto Novo
Segundo o Sr. João Matos, antigo morador do município, a Festa de Maio teve início nos primeiros anos da década de 50, por volta de 1954, quando Ponto Novo ainda estava em formação e ainda se chamava Rua do Toco.


Na ocasião, comemorava-se também o dia da Padroeira do povoado, Nossa Senhora de Fátima. A festa dançante era fechada e quem queria participar tinha que pagar ingresso. Com o passar dos anos, já durante a gestão do prefeito de Caldeirão Grande, o Sr. Nelson Maia, a festa passou a ser realizada na Praça do Comércio, e de lá não saiu mais.

Já na gestão do sr. Deto Venâncio, o evento foi desvinculado da festa religiosa e passou a ser realizado uma semana depois, variando entre 3 dias em alguns anos, pra 2 dias de festa.

Por aqui já passaram atrações de destaque no cenário nacional como Terra Samba, GigGhetto, Calypso do Pará, Companhia do Calypso, Adelmário Coêlho, Alcymar Monteiro, Flávio José, Limão com Mel, Saia Rodada, Zezinho da Ema, Flor D'Açucena, Menina Faceira, Brega & Vinho, Badalaê, A Bronkka, Pagodart, Batukerê, Amanda Santiago, Os Sungas, Nanaê, Gatinha Manhosa, Mega Hits, Black Style, Tayrone Cigano, Seu Maxixe, Margareth Menezes, Harmonia do Samba, Psirico, entre outras.

Em 2009 o destaque ficou por conta da nova organização do cenário da festa: os vendedores ambulantes foram deslocados para as ruas no entorno da praça, o que aumentou significativamente o espaço para os foliões. Em 2010, a segurança continuou reforçada, assim como nos outros anos, com o apoio das Polícias Militar, Civil, Cepac, Guarda Municipal e seguranças contratados pela prefeitura. Nenhuma ocorrência de maior destaque foi registrada, tipo homicídio.

Ponto Novo: funcionários de colégio estadual paralisam atividades

Da Redação
Portal Ponto Novo
Os funcionários dos serviços de limpeza e cozinha do Colégio Estadual João Durval Carneiro em Ponto Novo resolveram aderir à paralisação que acontece em várias cidades do Estado devido a falta de pagamento por parte das empresas que terceirizam os serviços na Bahia. A Sandes e a Contrat são as responsáveis pelos contratos.

Já são três meses de salários atrasados, falta de pagamento dos vales-alimentação, dentre outras situações que estão prejudicando os servidores.
Diante disso, os alunos estão se deparando com salas sujas, banheiros sem a mínima condição de higiene e falta de merenda.

A Secretaria de Educação do Estado enviou nota ao site Augusto Urgente sobre a paralisação em Jacobina, cujos funcionários passam pelas mesmas situações que os de Ponto Novo. A nota diz:
"O governador Rui Costa determinou à Secretaria da Administração (Saeb) e à Procuradoria Geral do Estado (PGE) a realização de estudos técnicos para criar novos critérios e formatos de contratação de serviços para modernizar e agilizar a relação do poder público com as empresas terceirizadas. O prazo estabelecido para conclusão dessa análise, estabelecido pelo governador, foi de 90 dias.

Em relação ao pagamento dos trabalhadores terceirizados que prestam serviço nas escolas estaduais de Jacobina, a Secretaria da Educação do Estado da Bahia esclarece notificou oficialmente as empresas que ainda apresentam pendências para regularizar os salários dos seus funcionários".

Fotos: Portal Ponto Novo

Universitário diz ter sido sequestrado e violentado por homofobia em Petrolina

Anderson Veloso Leal foi sequestrado, agredido e violentado em Petrolina. (Foto: Taisa Alencar / G1)
Um jovem de 21 anos, estudante de Psicologia, foi sequestrado quando caminhava pela Rua Tupinambás, no bairro Maria Auxiliadora, Zona Central de Petrolina, no Sertão de Pernambuco. O caso ocorreu no sábado (30), mas só foi registrado pela polícia nesta segunda-feira (2). O universitário afirma que também foi agredido e violentado sexualmente por três homens. O jovem será ouvido oficialmente nesta terça-feira (3), pela Polícia Civil, que investiga o caso. Até o momento nenhum suspeito foi preso.

Segundo o relato do estudante Anderson Veloso Leal à polícia, a abordagem foi feita por três homens armados em um carro preto, quando passava pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), onde estuda. “Eles pararam o carro, o cara colocou a arma e me mandou entrar. Disseram para não falar nada e me levaram para um lugar deserto, onde tinha muita areia e mato. Não lembro bem o lugar. Pensei que ia morrer”, conta.

O universitário disse que todos os homens estavam encapuzados e dois deles armados. “Um que era mais agressivo começou a me xingar, me chamando de 'viadinho', dizendo que era para eu ir embora que em Petrolina já tinha muito gay, se não eu ia morrer. Eles bateram muito na minha cabeça até que cai no chão e começaram a me chutar. Eu coloquei os braços e tentei me defender. A todo momento eles falavam que isso era só o começo, que isso iria se repetir, que eles já tinham me avisado”, falou.

Antes da agressão do último sábado, Anderson já tinha sofrido ameaças. Uma delas, em 2015, foi por telefone. Ele estava assistindo uma aula quando recebeu a ligação de uma pessoa que sabia detalhes da vida dele. Na ocasião, um Boletim de Ocorrência (BO) foi registrado. No mês de março de 2016, o estudante voltou a ser ameaçado.

“Um cara passou por mim e perguntou se eu não estava reconhecendo a voz dele. Ele falou que sabia onde meu ex-namorado morava. Fiquei assustado e comecei a correr. No outro dia vi novamente esse cara. Eu estava no ponto de ônibus e ele estava me observando. Na última vez, dois homens me fecharam em uma rua, mas eu consegui fugir”, detalha.

Depois que foi espancado, Anderson foi deixado na Avenida 7 de Setembro e foi andando até o bairro Maria Auxiliadora, onde pediu ajuda a um amigo. “Estava descalço, com a roupa rasgada e em prantos. Eles levaram meu celular, a chave de casa e meu dinheiro. Mesmo assim ninguém parou para me ajudar. Só quando cheguei na casa do meu amigo, que chegaram outros colegas, é que fui levado para o Hospital Universitário”. Ao prestar depoimento na delegacia, na segunda (2), o jovem foi submetido a exame de corpo delito.

O delegado responsável pelo caso, Daniel Moreira, esclareceu que tudo indica que o crime tenha sido praticado por um grupo e que a polícia já tem algumas suspeitas.

“É um caso grave porque teve a questão do sequestro e do estupro. Esse caso recente está relacionado a homofobia. Um segundo caso anterior, a gente ainda não tem indícios, mas vamos entrar em contato com a vítima para confirmar. As investigações estão em andamento e as primeiras diligências já estamos fazendo. Provavelmente é um grupo que tenha conhecimento dessas vítimas e pode ser alguém da própria universidade, que sabe da rotina da vítima”, garantiu.

O segundo caso de violência que o delegado se refere foi uma sofrida por outro estudante (Univasf). No dia 21 de abril, o aluno do curso de Farmácia da instituição também foi espancado quando saia de uma aula. Ele foi abordado por dois homens que desceram de um carro e o agrediram com chutes e socos.

Mesmo após toda a ameaça, Anderson Veloso, que é natural de Picos, no Piauí, disse que pretende ficar em Petrolina. “Minha mãe quer que eu vá embora, assim como toda a minha família. Mas, eu não penso em ir embora. Tem todo um laço que eu construí. Muita coisa que não quero deixar, como o meu curso. Não quero abandonar o meu sonho de cursar Psicologia”, desabafa.

Na segunda (2), a Univasf divulgou uma nota de repúdio à homofobia. Na nota, a universidade diz que a homofobia é um mal que tem que ser banido da sociedade e o respeito ao ser humano, em toda a sua diversidade, precisa ser preservado acima de tudo. A instituição ressalta ainda que não admite que membros da comunidade externa ou da comunidade acadêmica sejam vítimas de atrocidades como a que atingiu o estudante Anderson Veloso. A reitoria informou ainda que está em contato com a Secretaria de Defesa Social de Pernambuco e com os comandos das Polícias Civil e Militar para solicitar que sejam adotadas as medidas necessárias para prevenir e proteger a sociedade de condutas homofóbicas.

Do G1 PE

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