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Queimadas e Ponto Novo: indefinição quanto aos limites territoriais começa prejudicar alunos

Imagem ilustrativa
Da Redação
Portal Ponto Novo
A indefinição quanto aos limites territoriais de Queimadas e Ponto Novo começa a ser sentida nas matrículas nas escolas da rede estadual e municipal de Ponto Novo. Isso porque os pais estão sem saber aonde matricular seus filhos, se em Queimadas ou Ponto Novo. Segundo apurado por nossa redação, o município de Ponto Novo manterá os transportes escolares, porém, até os limites do município, e os alunos que residem no município de Queimadas, e quiserem estudar em Ponto Novo, terão agora que encontrar um meio de se deslocar até um novo ponto de embarque e não mais aonde embarcavam até o ano passado.

Para um determinado pai que conversou com nossa reportagem, fica praticamente impossível o deslocamento dos filhos por 3, 4 quilômetros, às 11:30 da manhã, chovendo ou debaixo de um Sol escaldante, para embarcar no ônibus escolar de Ponto Novo, que antes passava na porta de casa. Nessa indecisão, sabe que, para estudar em Queimadas, terão que se deslocar por uma distância igual ou superior. Diante dessa situação, estão sem saber aonde matricular seus filhos.

Enquanto isso, no Colégio Estadual João Durval Carneiro em Ponto Novo estão faltando mais de 50 alunos que não apareceram para realizar suas matrículas. Em 2014, existiam três turmas de 1º ano em cada turno e agora, apenas duas estão formadas.

A indefinição e a demora na votação do assunto pela Comissão Especial de Assuntos Territoriais e Emancipação prejudica a organização das escolas, a programação dos pais e, provavelmente, prejudicará os alunos, já que as aulas começarão no dia 25/02 nas escolas da rede municipal e no dia 02/03 na rede estadual.
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