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Homicídio reacende a discussão em torno do número excessivo de bares em Ponto Novo

Da Redação
Portal Ponto Novo
O assassinato do comerciante Edivaldo da Silva na tarde de sábado (02), trouxe à tona a discussão em torno de um problema crônico da cidade de Ponto Novo, o número excessivo de bares. Não se tem um levantamento oficial da prefeitura, mas quem reside na cidade sabe que o número de bares supera o número de qualquer outro tipo de comércio. Eles estão presentes em todas as ruas, principalmente nas praças e nos bairros mais pobres.
Segundo o site Ivan Silva Notícia, uma dose de bebida alcoólica teria sido o motivo do assassinado do Sr. Edivaldo. O que comprova que o álcool tem sido o responsável por grande parte das mortes registradas nos últimos 3 anos em Ponto Novo. Motoristas e pilotos sob efeito de álcool acabam morrendo e provocando outras mortes, bem como outros motivos fúteis, abastecidos por essa droga que está disponível nos quatro cantos da cidade.
As Festas na Praça do Comércio não são mais as mesmas, porque depois da meia-noite as brigas e confusões envolvendo pessoas alcoolizadas são frequentes; praticamente todos os finais de semana uma, duas festas são realizadas em algum box, bar ou quiosque. Parece até que esse tipo de empreendimento lucra mais que qualquer outro.
Ainda não se viu por parte de nenhuma gestão alguma ação preventiva que oriente ou até mesmo dificulte a abertura desse tipo de comércio, se é que é possível. Talvez o aumento de taxas municipais sobre o ramo possa ajudar. Na gestão passada a ação foi totalmente contrária: construiu-se quiosques, abriu-se os boxes do galpão da feira livre e as festas nos finais de semana foram constantes.
A nova gestão precisa, urgentemente, tomar alguma providência. Acionar o Sebrae seria uma excelente alternativa, para promover treinamentos para os donos de bares, incentivando-os a mudar o ramo do negócio, afinal, bar nunca foi, e nunca será, a solução dos problemas dos comerciantes.
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