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Após um mês de campanha, o que pôde-se ver na política pontonovense?

Inaugurações dos comitês centrais. (De cima pra baixo: 11, 15 e 55). Fotos: Divulgação.
Há exatamente 1 mês que o primeiro comitê foi inaugurado em Ponto Novo. O candidato da coligação "A vontade do povo", Adelson Carneiro, foi o primeiro a inaugurar seu comitê, 13 dias após o início do período permitido pela Justiça. No dia 4 de agosto, Marcos Silva, da coligação "O governo é do povo" também inaugurou o seu. Finalizando as inaugurações dos comitês centrais, o candidato da coligação "Pra fazer muito mais", Deto Venâncio, inaugurou o seu comitê na noite deste sábado (18).
Diante das aglomerações nos três eventos, já é possível saber quem largou em vantagem, porém foi possível identificar demonstrações de alegria e até  abuso por parte de algumas pessoas e até mesmo por parte de coligações.
Apesar da manifestação alegre de muitos eleitores, foi possível ver exageros por parte de alguns nas redes sociais, ao ponto de efensas mútuas serem proferidas, o barulho ensurdecedor provocado por carros de som e, por incrível que pareça, "paredões" que mantinham o volume ao máximo desde o início da tarde do dia da inauguração, bem como foguetórios intermináveis, que afastaram clientes dos estabelecimentos comerciais próximos aos locais de maior barulho, bem como tiraram o sossego de moradores vizinhos. 
Fora isso, comentários fortalecem-se de que bebidas, combustíveis e até dinheiro, foram distribuídos para moradores dos municípios vizinhos se fazerem presentes. Enquanto isso, na cidade, pessoas se "rasgam", se "arranham" para defender determinados candidatos. Outros chegam às vias de fato, porque vão provocar adversários em seus comitês, como aconteceu pouco antes de começar uma das inaugurações.
É a velha e conhecida forma de fazer política de Ponto Novo. Passe o tempo que passar, seja quem forem os candidatos, o povo insiste em não mudar, e eles (os candidatos), óbvio, continuarão a aprontar. Apesar de usar aqui o pronome da terceira pessoa do plural, toda regra tem exceções.
De resto, viu-se que não vai ser fácil para o vencedor das Eleições 2012. Se não houver grandes mudanças, a vantagem do primeiro para o segundo colocado vai ser mínima.
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