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Mulher denuncia e lamenta morte de criança em Ponto Novo

Agda Damares
Sr. Josimar obrigado pela sua atenção, nesse momento tão dificil para nossa família. Bem acredito que devo começar do início. Por volta de 2006 morei por 2 anos em Ponto Novo vindo a conhecer a esposa do meu cunhado o Geraldo com um lindo bebe que se chamava AGDA DAMARES, infelismente o casal não se dava muito bem, entre idas e vindas a AGDA era deixada comigo por horas, e eu fui me apaixonando pela delicadeza daquela pequenina, como era fragil e magrinha, fazia questão de alimentá-la e cuidar como se fosse minha, meu sogro na época vivia dizia que eu e meu esposo deveriamos cuidar da bebê pois o casal cada dia que passava se descontrolava mais e mais. O tempo passava tanto eu como meu esposo e meus dois filhos já adolescente adotavamos a menina naturalmente foram os anos mais felizes de minha vida a AGDA mobilizava a todos em casa tudo era voltado para ela  assim que  chegava, mas, a mãe dela não aceitava e cada dia ficava mais difícil de ver nossa menina, tivemos de nos mudar para Petrolina, fiquei muito mal pois desejava tudo de mais maravilhoso que pudéssemos proporcionar a nossa menina, e olha como era inteligente, eu não queria nem saber, só queria o seu bem, cheguei a imaginar que a mãe iria ceder e deixar nossa menina aos meus cuidados já que para ela era difícil e o geraldo não facilitava, mas mãe é mãe. Saímos de Ponto Novo e só reencontramos a AGDA quando íamos visitar meu sogro Sr. BEROSO depois da morte dele ainda a vi por duas vezes e sempre que a deixava era com ela aos prantos querendo nos acompanhar, não esqueço seus olhinhos cheios de lágrimas olhando pra min. Na hora em que recebi a notícia estava me trocando para trabalhar, foi como se minhas forças tivessem evaporado ficando um corpo inerte tentando se apoiar na parede. Sei que diante do que houve a menina foi levada ao hospital depois da pancada com convulção, me diga depois de um quadro desse, que tipo de atendimento o povo de Ponto Novo está tendo? Logo depois foi liberada vindo a ter parada cardiorrepiratória de madrugada por volta das 2 h. sendo levada às pressas de volta ao hospital a mãe me disse que no primeiro atendimento ela foi liberada dormindo, depois disso a filha não se comunicou mais com ela. É difícil, pois por mais ingnorante que uma pessoa seja ela sabe que pancada seguida de convulção vômito não pode dormir então até que se prove o contrário AGDA DAMARES morreu por "erro médico". Não sei se estou errada mas me senti inútil por minha menina precisar e eu não estar lá. Há, Deus em sua infinita misericórdia tocou o coração da mãe de AGDA, falou comigo disse que queria me dar a menina que iria trazê-la para mim e minha família criá-la e ela ali no caixão na minha frente tão linda, já não podia escutar o que ela também tanto queria. Agradeço as minhas amigas de Ponto Novo testemunha desses fatos e a você, OBRIGADO!!!

Solange Duarte

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