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Caldeirão Grande comemora 50 anos de emancipação política‏

Vista aérea da cidade de Caldeirão Grande
O município de Caldeirão Grande, no Centro Norte Baiano, celebra bodas de ouro nesta quarta-feira (25). Os 50 anos da Capital Baiana do Licuri estão sendo comemorados pela prefeitura com uma série de atividades, incluindo uma feira de cultura, prestação de serviços à comunidade com o suporte das diversas secretarias do município, além de ações recreativas. 
Hospitalizada em Salvador, onde passou por uma cirurgia na última segunda-feira (23), a prefeita Aparecida Martins disse à reportagem que esta é uma data muito especial na história de Caldeirão Grande. “Apesar de todas as dificuldades que enfrentamos, nosso povo é bravo, trabalhador e sabe amar com ninguém essa terra maravilhosa que é abençoada por Deus. Mesmo não podendo está hoje ai junto com meus conterrâneos, quero mandar um abraço especial a todos os caldeirãograndenses, desejando que o nosso município continue próspero e altivo”, afirmou a prefeita. 
História - As terras de Caldeirão Grande pertenciam ao vizinho Município de Saúde e eram da propriedade particular do Coronel "Porfírio Ferreira" denominada Fazenda Boqueirão. Esta fazenda foi comprada pelas famílias "Bezerra, Brasileiro e Correia" passaram a residir. Também vieram pessoas oriundas de Queimadas, Santa Luz, Campo Formoso, Caldeirão de Mulato, etc.
As famílias foram crescendo e criou-se o povoado, que devido à existência de caldeirões de pedras, conhecido como "LAGE" onde se juntam águas das chuvas, passou a ser chamado de "Caldeirão Grande".
Em 30 de Dezembro de 1953 o próspero povoado passou a condição de Vila. Ficando conhecido como "VILA ITAGUAÇU", por algum tempo, adquirindo mais tarde a denominação antiga e definida de Caldeirão Grande. No ano de 1961 começaram as lutas no ideal de emancipação política, vindo a se concretizar com a realização de um plebiscito unânime a favor da emancipação. 

Joao Batista Ferreira
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