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CRÔNICA: Porque não fazer hoje o que queremos fazer amanhã?

Por Janay
A tarefa de distinguir tudo que fizemos durante o ano, de certo ou errado, não é fácil. Até porque, nunca admitimos nosso erro. Na concepção do ser humano, as próprias atitudes são boas e, por este motivo, não percebemos o que afetamos ao nosso redor.
A sociedade é ”tapada”. Conseguimos ver algo de longe, mas nunca distinguimos quando estar por perto. Apenas julgamos, mesmo sabendo que podemos passar pela mesma situação futuramente.
Por este fato, algumas pessoas se perguntam por que existe opinião própria? Porquê a sociedade se diz tão independente no modo de pensar e acaba deixando de fazer algo ou viver uma situação, só porque os outros acham errado. O que é certo na realidade?
A incerteza de não saber se amanhã estaremos vivos nos faz pensar que, cada ano que chega, é hora de fazer tudo que nunca tivemos oportunidade de fazer, simplesmente se jogar. Dizem que todo ano novo é tempo de recomeçar. Portanto, se estamos vivendo algo de ruim hoje, porque não recomeçar agora? Todo dia pode ser igual ao primeiro de janeiro, neste caso.
Quem faz o ano ser “perfeito” é você. Isto significa refletir todo dia e abrir mão de coisas. Entretanto se dar ao luxo de estar bem consigo e com todos.
Nesta virada, faça superstições, mesmo não acreditando nelas. Provavelmente será divertido. Pule uma onda. Se na cidade não houver mar, pule mesmo assim! Coloque uma moeda no sapato, quem sabe você ganha na mega-sena. Coloque uma calçinha amarela, se não atrair dinheiro certamente não fará mal. Vista vermelho, quem sabe seu sapo vira um príncipe. Nenhuma superstição garantirá nada. Mas o legal é tentar.
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Janay reside em Ponto Novo-BA, tem 17 anos e possui o nível médio.



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