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Crônica: desvalorização dos idosos


Por Janay
Apartir dos 60, anos hoje em dia, a pessoa é considerada idosa, conseguindo obter vários benefícios, criados através do surgimento do estatuto do idoso, como acesso à aposentadoria, saúde, passagens grátis, etc.
Com o passar dos anos, a quantidade de idosos está aumentando por causa do melhoramento de vida e o acesso fácil às informações. Mas ainda há pessoas que os excluem por serem pessoas frágeis.
Com a dificuldade de se aposentar, os mesmos recorrem ao trabalho. Porém, por serem de idade avançada, não estão conseguindo seu lugar no mercado, tornando-se "inúteis" para a sociedade. Além disso, há muitos casos de violência e explorações que se tornaram comuns ultimamente.
Mas muitas vezes, os próprios idosos não se valorizam e ficam se queixando de tudo, principalmente de dores, com seu discurso de sempre, afirmando que quando chega à idade, doi tudo: doem pernas, braços, pescoço. Às vezes não sabem aonde é a dor, só sabem que está doendo. Eles buscam tanto a velhice que, quando esta chega, perdem seu tempo se queixando. Chega a ser extremamente interessante esta hipocondria na velhice. Aposto que você nunca conheceu um idoso que nunca tenha se queixado de nenhuma doença. Nem eu!
Ser idoso é ser experiente e vivido, tendo muito conhecimento para passar. A população tem que valorizá-lo cada dia mais. Pois sem idoso, não existe história; e sem história, o homem não vive, porque nunca saberá quem ele realmente é.

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Janay reside em Ponto Novo-BA, tem 16 anos e estuda o 3º ano do ensino médio.


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