Header Ads

Turista reclama da presença de crianças e adolescentes nos bares de Caldeirão Grande-BA

Manoel Virgínio de Santana mais conhecido como (Gil de Badinho), natural de Caldeirão Grande residente atualmente na capital paulista, ao visitar sua terra natal ficou indignado com a quantidade de crianças e adolescentes que frequentam livremente os bares e boates da cidade.

Segundo Gil "Os conselheiros tutelares estão atuando de forma ineficiente na cidade. Crianças em bares bebendo durante à noite, mostrando a fragilidade da sociedade na proteção das gerações futuras. Cito como exemplo a criança de 10 anos JC, a qual foi vítima de várias agreções físicas e psicológicas por parte dediversas pessoas, inclusive vi amigos meus e até mesmo donos de bares o agredindo com palavras ofensivas (trombadinha, ladrãozinho), o que deixou-me indiginado. Vou tentar ajudar esse ser inocente".Será que os cidadãos de Caldeirão Grande não estão vendo isso?! Ou será que já estão acostumados com essa negligência e acham normais essas atitudes?! Seja como for, essas pessoas terão que rever seu modo de ver as crianças da cidade.

Redação: caldeiraoonline.com 

Em resposta a situação do menor J.C, 9 anos de idade, o qual foi mencionado pelo senhor  Manoel  Virginio  de  Santana (Gil de Badinho), venho lhe informar que está desenformado, uma vez que não procurou órgão competentes  que buscam garantir a proteção integral a criança e adolescentes em situação de risco. Indignada fiquei quando filhos que retornam a casa com uma situação financeira melhor, não buscam  informações e que acreditam que  em oferecer dinheiro estar ajudando o mesmo, e  que o menor  não esta sendo negligenciado, pois   o Conselho Tutelar, o CRAS , Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente - CMDCA e Assistência Social vem buscando junto ao Ministério Publico na pessoa do Promotor João Manoel da comarca de Saúde meios legais para garantir os mínimos sociais ao menor J.C e sua família. Uma vez que a indignação parte de pessoas incapazes de buscar respostas onde deveria e que ajudar com esmolas não é a  função de proteger um menor que necessita de muito mais.
Precisamos sim de muita ajuda, fico grata quando se dispõem em querer ajudar o menor, mais diante mão aviso que oferecer dinheiro não é  a forma eficiente de ajudá-lo.
J.C é uma criança que precisa de muito mais (carinho, família, educação e principalmente de pessoas que acreditam em sua melhora), pois toda a sua vida foi vitima de violência e negligencia e só agora quando estar á  perturbar as famílias em suas residências esta em foque .
Vamos sim ajudar J.C mais precisamos de apoio da sociedade e denuncia de pessoa que comete agressões físicas e psicológicas ao mesmo, pois sem duvidas levaremos isso a Promotoria Publica.
Ao invés de criticar, DENUNCIE.
Sem mais ao momento agradeço a todos que realmente querem ajudar o menor J.C.

Isabela Silva dos Santos
Assistente Social
Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente.
Postar um comentário